terça-feira, 9 de setembro de 2014

Musica "Garibaldi" - Brincadeira Musical

Boa noite gente!
Essa é a música "Garibaldi", gravada com os alunos do pré 1, na escola que dou aula, onde levei um cavalinho de brinquedo, e as crianças cantam e brincam no cavalinho...
Faço no início da aula para aquecimento.

"Garibaldi foi à missa num cavalo sem espora,
O cavalo tropeçou, Garibaldi pulou fora!
Garibaldi foi à missa num cavalo alazão,
O cavalo tropeçou, Garibaldi foi ao chão!"


"Escravos de Jó" - Brincadeira Musical - Coordenação motora

Boa noiteeeee!
Gente, olha só que legal esse vídeo!
Com a música "Escravos de jó" e 4 varas de cano dá pra fazer uma brincadeira/desafio com as crianças maiores, trabalhando o canto, a coordenação motora, e tudo isso se divertindo!
Confiram!



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

ARTIGO - Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade


Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade

Estudo comprova associação entre aprender a cantar e a tocar instrumentos com processo de alfabetização

Por Luiza Tenente - atualizada em 25/08/2014 14h34
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bebês; banda; música (Foto: Thinkstock)
Pode ser no carro, na sala de aula ou na festa de aniversário. Ouvir música com as crianças é sempre uma delícia, certo? O contato precoce com este tipo de arte ainda é capaz de beneficiar o aprendizado do seu filho. Cantar e tocar instrumentos faz com que ele estimule áreas neuronais que serão trabalhadas futuramente em outras funções – como nos cálculos matemáticos ou na leitura de textos.

Tudo começa na fase de musicalização: de forma lúdica, sem ainda formalizar conhecimentos, a criança desenvolve a percepção auditiva. “Ela é capaz de distinguir um som agudo de um som grave. Se ouvir uma valsa e, em seguida, uma marcha, perceberá também a mudança de ritmo”, explica Margarete Kischi Diniz, coordenadora de música do Colégio Porto Seguro, na unidade Morumbi (SP). Essa percepção só é possível porque há um estímulo na região cerebral denominada córtex auditivo. Além disso, ouvir uma canção trabalha a coordenação motora, já que seu filho sentirá o ritmo e o reproduzirá com movimentos corporais – aqueles passos de dança que encantam a família.
Aos 6 anos, em geral, a escola passa a formalizar o ensino musical, apresentando técnicas para tocar instrumentos, notas musicais e partituras. E é justamente esse tipo de conhecimento que auxiliará o processo de alfabetização da criança. “Os princípios de aprender uma canção e de ler um texto são muito parecidos. É a transformação da língua falada em símbolos que precisam ser decodificados”, esclarece Antonio Carlos de Farias, neurologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Compare: a partitura passa a ser o símbolo que traduz o som ouvido. A palavra escrita segue a mesma lógica, já que é uma representação no papel do que é ouvido nas conversas.

Essa relação foi também comprovada por um estudo recente organizado pela Northwestern University, nos Estados Unidos. Crianças de 9 a 10 anos foram divididas em dois grupos: o primeiro teve lições de música por dois anos e o segundo, nenhum contato escolar com a disciplina. Após o período, os cientistas descobriram que aquelas que aprenderam a cantar e a tocar instrumentos tiveram melhor desempenho em leitura e em escrita. Elas conseguiam distinguir sons com mais facilidade que as demais e não tinham dificuldade de concentração em ambientes agitados.
Além disso, a música é um excelente incentivo à linguagem, por auxiliar na aquisição de vocabulário. Até a interpretação de texto é beneficiada pelo contato com as canções. “A memória operacional se desenvolve e faz com que a criança escute uma música e preste atenção ao que está sendo cantado. Ela consegue absorver a mensagem e o sentimento transmitido. Esse mesmo processo é encontrado ao ler um livro, que exige a concentração para dar significado à história”, explica o neurologista. Acredite: até o aprendizado de matemática é auxiliado, considerando que os números são símbolos, assim como as notas musicais.
Em casa


De acordo com a lei nº 11.769, de 2008, a música deve ser conteúdo obrigatório na Educação Básica de todas as escolas brasileiras. O objetivo da exigência não é formar músicos, e sim desenvolver a sensibilidade e a integração dos alunos. Mas atenção: você também deve estimular o contato de seu filho com a música em casa.

Se a criança perceber que os pais valorizam este tipo de arte, também tenderão a apreciá-lo. Não adianta apresentar uma canção de forma artificial – a introdução precisa ser lúdica. Presenteá-la com um tamborzinho ou dançar junto com ela são formas criativas de iniciar o contato.

É importante que você tome certos cuidados: não coloque o som em um volume muito alto, já que a audição da criança ainda não está totalmente amadurecida. E coloque um ritmo compatível à faixa etária – um bebê preferirá algo calmo, como música clássica. O rock pesado pode esperar um pouquinho, certo?

Aproveite o momento de escutar música em família para enriquecer o repertório cultural do seu filho. Apresente a ele tanto compositores nacionais como internacionais, para que, aos poucos, ele desenvolva uma preferência pessoal. E mais: que tal, a cada faixa, contextualizar a obra? Diga em que época a canção foi criada, em que país ela se originou, como são os costumes daquele local. Será uma brincadeira divertida – e os resultados serão para a vida toda!

Figuras de som/Tempo - folha de registro - colagem

Boa tarde gente! Achei essa folhinha de registro no blog ABC Musical Kids, e estou compartilhando com vocês.
Depois de ensinar as figuras de som, que tal fazer uma atividade diferente de pintar, recortar e colar?!
Beijos Musicais!


TAPETE SONORO - SONS DO COTIDIANO



Material:  
- Tapete ou folhas com peças móveis, em E.V.A, para servir de suporte às imagens sonoras.
- Kit’s temáticos de imagens: Paisagens da natureza (tempestade, mar, chuva, floresta) , instrumentos musicais, meios de transporte, e animais.
- Cd com estes sons.

O brincar– Identificação sonora através da relação som e imagem:
Esta brincadeira poderá ser desenvolvida individualmente ou em duplas, em forma de competição.
1) As crianças deverão estar dispostas de maneira que todas possam ver as peças do Tapete, no espaço a ser utilizado para brincadeiras, por exemplo, sala de aula ou pátio. Como possibilidade de disposição das crianças sugerimos: Todas em semicírculo voltadas para os tapetes de EVA, que estarão posicionados um ao lado do outro. 

2) Em duplas ou individualmente, as crianças serão escolhidas e deverão ficar atentas ao som que o professor executar no radio.
3) O objetivo da brincadeira é que a criança, ao reconhecer o som executado, corra até à figura do instrumento que estará em uma das peças do Tapete e sente no lugar deste. Se o jogo for dado em duplas em forma de competição, marcará ponto quem primeiro identificar o som e chegar ao Tapete no lugar certo. Com crianças pequenas (abaixo de 4 anos) poderá ser feito o mesmo processo, apenas retirando o princípio de competição, focando apenas a identificação.

Variações dentro desta mesma proposta:
Variação I - Da mesma forma como foi descrito o trabalho com os instrumentos musicais, este processo pode ser feito com os outros Kit’s temáticos, por exemplo:
Com sons de animais: o professor coloca a gravação do som de um animal no aparelho de som e as crianças (em dupla ou não, em competição ou não) devem identificar qual figura disposta no Tapete é correspondente ao som escutado e assim com todas as demais possibilidades: sons da cidade, sons da natureza etc.

Objetivos:
• Desenvolver a percepção sonora e visual.
• Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos.
• Reconhecer auditivamente fontes sonoras (instrumentos musicais, sons da natureza, sons do cotidiano, entre outras possibilidades).
•Identificar timbres de instrumentos musicais e sons variados.

Referências:
Programa de Apoio à Produção de Material Didático
Brincando e aprendendo: um novo olhar para o ensino de música
Iveta Maria Borges Ávila Fernandes-Coordenação e Supervisão

Você encontra no link: http://www.arte.seed.pr.gov.br/arquivos/File/livros/miolo.pdf


Referências
BARSA PLANETA INTERNACIONAL. O livro dos sons. 10. ed. São Paulo: Barsa Britannica, 2006. (v 5)
BRASIL.MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Referencial Curricular Nacional para a Educação In- fantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. (v. 3)
BRITO, Teca Alencar. Música na Educação Infantil: propostas para a formação integral da criança. São Paulo: Peirópolis, 2003.
ENCICLOPÉDIA VIRTUAL: http://pt.wikipedia.org Acesso em 02/03/09.
HENTSCHKE, Liane. et al. A orquestra Tintim por Tintim. São Paulo: Moderna, 2005. Inclui 1 CD.
IMAGENS LIVRES: http://www.sxc.hu Acesso em 02/03/09.
PAREJO, Enny. Estorinhas para ouvir: Aprendendo a escutar música. São Paulo: Irmãos Vitale, 2007. Inclui 1CD.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Faz o Tamborzinho" - Timbre - Ritmo

Boa noite meus amigos musicais!
Esse é meu mais fofinho, queridinho, lindinho, garoto propaganda, aluno Gustavo, de 3 aninhos, mostrando que ritmo ele domina, marcando o pulso da música "Faz o Tamborzinho"
Essa música trabalha o timbre (pode-se usar outros instrumentos), e a pulsação da música.




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

MOLAS - "As mãozinhas sobem" - ALTURA

Boa noite pessoal!
Essa atividade eu fiz com o 2º período, idade de mais ou menos 5 anos, onde usei molas para ilustrar o grave e o agudo através da música "As mãozinhas sobem". Eles amam o "visual" e o "gestual", e é muito importante que todas as músicas tenham algo para ilustrá-las.








segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Boliche Musical



Por: Alicia Sampaio



Boliche produzido por mim



Faixa etária
3 a 4 anos

Número de jogadores
Mínimo: 02 jogadores Máximo: 20 jogadores.

Materiais que fazem parte do jogo
• 06 Pinos de plástico de diferentes cores (garrafas tipo Pet) contendo imagens de figuras de instrumentos musicais.
• 06 instrumentos musicais iguais os que estão na imagem de cada pino (garrafa). 
• 01 bola de tamanho pequeno feita de jornal, envolvida em meia fina (uso de material reciclável).

 Objetivos
Associar e Reproduzir os sons a partir da imagem.
Explorar a sonoridade dos instrumentos musicais de forma lúdica e prazerosa.
Propiciar o desenvolvimento integral das crianças por meio do fazer e do apreciar em música.

Conteúdos
• Socialização • Percepção visual • Discriminação sonora• Memória auditiva • Concentração • Coordenação motora • Exploração e reprodução de diferentes sons • Manuseio/exploração de instrumentos musicais
Modo de jogar
• Organização: Os pinos devem ser organizados no chão em forma de triângulo com espaçamento entre eles. As crianças são divididas em dois grupos para acomodá-las sentadas em fila na lateral da pista central. O professor poderá demarcar o espaço para o jogo e orientar sobre as regras do boliche.
• O jogo: Uma criança de cada vez (alternando a fila A e a fila B) joga a bola e tentará derrubar um pino. Em seguida, verificará qual pino derrubou e qual instrumento o pino representa. O aluno deverá identificar o instrumento primeiramente, e logo depois, buscá-lo para produzir o som.
Organização do espaço:
Observação: Caso a criança derrube mais de um pino, o jogador deverá escolher apenas um para dar continuidade à partida.
Referências:
Programa de Apoio à Produção de Material Didático
Brincando e aprendendo: um novo olhar para o ensino de música
Iveta Maria Borges Ávila Fernandes-Coordenação e Supervisão

Brincando de Folclore (Parlenda)

 Por: Nice e Rô


PARLENDA
- Brincar
- Cantar
- Dramatizar
- Identificar as palavras em destaque no cartaz
- Identificar uma de cada vez na folha individual para ilustrar e tornar o pequeno texto em enigmático.
- Artes com papéis e desenho livre!
- As crianças se apropriam do texto mais rapidamente e vão compreendendo cada dia mais e melhor a função do texto, da escrita.
- Texto foi levado totalmente pronto para exploração.
- Textos trabalhados que ficam expostos levam as crianças à leituras espontâneas, sempre que desejam se aproximam do cartaz e "leem" passando o dedo nas palavras/ilustrações, tornando-se mais confiantes e estimulados, sem grandes cobranças, a leitura vai sendo vivenciada de forma lúdica.











 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Grave/Agudo - Fui subir numa escadinha

Fui subir numa escadinha



Letra:
Fui subir numa escadinha, que não tinha corrimão,
 lá em cima tropecei, vim rolando até o chão.




Música: Escadinha - Berçário e Maternal. 

Pode-se interpretá-la com os alunos em pé ou sentados. 

Em pé, subir até ficarem na ponta dos pés, e ao descer, tocar o chão. 

Sentados, utilizar os braços, conforme descrito no vídeo.

Para que quiser tocar: é a escala de dó com um glissando do final (para a descida).

 Desenvolve coordenação motora, atenção, percepção inicial de graves/agudos e diversão!


(Extraído do Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=ifE_VqxJEAo)

Jogo sobre altura do som

Com dois copos de diferentes quantidades de água, o aluno tem de tocar correctamente a frase que o professor mostrar, no quadro, ou até mesmo por sorteio.
(Fazer ver aos alunos que o copo com menos água produz um som agudo e com mais água um som grave)



(Obs: Todos os créditos são para AEC Musical)

Grave/Agudo - Música

Canção sobre a Altura do Som

Este tema que fala sobre a altura do som pode e deve ter gestos e movimento, principalmente na parte "estou em cima, estou em baixo,..."



Vamos Aprender um canção
Ela vai dizer se a nota está no ar
Se a nota está no chão
Estou em cima, estou em baixo
Estou de pé, estou sentado
Estou agudo, estou tão grave
Vou-me virar para o lado.
(viram 1/4 para o lado direito e cantam a música 4 vezes até voltarem à posição de partida)


(obs: Todos os Créditos são de AEC Música)

Parâmetro altura/Movimento sonoro/Grave e agudo





Exercícios de diferenciação das propriedades do som são realizados a partir de sons vocais ou instrumentais produzidos em sala de aula. A música trabalhada (O Carnaval dos Animais de Orelhas Compridas - C. SAINT SAENS) é um exemplo muito claro de como as quatro propriedades do som estão presentes: nesse caso, especificamente, temos graves e agudos, fortes e suaves, curtos e longos.

Diversos desdobramentos da mesma atividade podem ser feitos, principalmente estratégias corporais e lúdicas que podem ser utilizadas para brincar com os graves e agudos.

Essas atividades contribuem para:
• Refinar a escuta musical;
• Conscientizar os parâmetros sonoros por meio de atividades lúdicas;
• Trabalhar a imaginação e o movimento corporal.

Veja que interessante a interação, o envolvimento e a escuta do Maternal E do Augustus Educação Infantil.

(Obs: Os créditos são todos das professoras do Colégio Augusto Laranja)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

"O COFRE"

Oi amigos!
Hoje vou postar a música "O Cofre" do CD "Catibiribão" Vol 2 de Silvia Negrão.
As crianças menores aaaamam essa musica, principalmente na parte "Meu Deus o que será isso!" rsrs

Material a utilizar na aula:
Cofre (Baú de madeira pequeno) com vários objetos dentro.

Please, não reparem o vídeo, fiz rapidinho pra demonstrar a música. Espero que gostem! Boas aulas!
Aí vai:








domingo, 4 de maio de 2014

MARIMBA DE GARRAFA ou GARRAFONE

Olá pessoas lindas!
Há quanto tempo não venho aqui, não é mesmo?
2014 é o ano do término da minha faculdade e muitas mudanças na vida tem me impedido de estar, mas EU VOLTEI (mesmo que eu suma novamente amanha) rsrs
Vou postar hoje sobre o "Garrafone" ou Marimba de Garrafas de Vidro.
Lá vai:

Para brincarmos com a escala, construímos um instrumento que chamamos de "marimba de garrafa" ou "garrafone".

Confecção:
Material Necessário:
1. 08 garrafas de vidro transparente (de preferência de sucos de frutas, no caso, usamos da marca Maguary)
2. Corante líquido de cores variadas
3. Água

Modo de fazer:
Enfileirar as oito garrafas e em cada uma colocar a quantidade descrita abaixo:

"Dó" - 510ml
"Ré" - 310ml
"Mi" - 250ml
"Fá" - 230ml
"Sol" - 180ml
"Lá" - 150ml
"Si" - 50ml
 "Dó" - 30ml

Confiram a afinação, se houver muita diferença, acrescentar ou retirar a água da garrafa.

Para tocar:
Um ferrinho ou uma colher.








sexta-feira, 5 de abril de 2013

Livro do bebê

Para quem trabalha com educação infantil, especificamente com bebês, vai aí um livro muito legal.
Clique na imagem para baixar o livro

http://www.4shared.com/get/LUK38zLv/Livro_do_Beb.html

Vivências Musicais: Timbre e Altura

Vou sugerir uma vivência musical para trabalhar o reconhecimento de timbres e percepção de altura, ainda utilizando as músicas do CD Conversa de Bicho da Kitty Driemeyer (clique aqui para baixar). Essa atividade pode-se aplicar com idade entre 4 e 5 anos, mas dá pra fazer com os maiores, até 9 anos.
Aí vai a letra e depois as sugestões de trabalho:


AMIZADE (faixa n.º 6 do CD)

Eu conheci uma bicharada inteligente
Na fazenda do Vicente hoje ao amanhecer
Cada qual tem uma fala diferente
Vou falar com essa gente e amizade vou fazer
Dona Galinha, muito prazer
Dê uma palavrinha pra eu lhe conhecer.
Có, có ...
Ô Pintinho, que bichinho pequeninho
Fale aqui comigo, diga já seu recadinho.
Piu, piu ...
Grilo maluco, pare de pular
Venha aqui  pertinho, para conversar.
Cri, cri ...
Eu conheci uma bicharada inteligente
Na fazenda do Vicente hoje ao amanhecer
Cada qual tem uma fala diferente
Vou falar com essa gente e amizade vou fazer
Seu Cabrito, pode chegar mais
Conte direitinho, como é que você vai?
Béééé ...
Ô seu Gato, junte-se a nós
Nessa conversinha, quero ouvir a sua voz.
Miau ...
Dona Vaca, como vai a senhora?
Fale aqui comigo, que eu já vou embora.
Muuuuu ...
 
Agora as sugestões de trabalho:
 
Sugestão 1 - Fazer uma máscara com o rostinho de cada bichinho, a cada bicho chamado a criança imita a voz do bicho. Eles adoram máscaras, sugiro que sejam feitas máscaras não para o rosto inteiro, mas só para os olhos, para que dê para ouvir a voz deles enquanto imitam os bichinhos.
 
Por que é interessante? Primeiro pelo próprio ato de vestir a máscara, crianças de 3 a 6 anos costumam AMAR os animais e é uma boa maneira de trabalhar a expressão corporal além do timbre.
 
Sugestão 2 - Essa pode já ser feita diretamente com os maiores ou pode ser aplicada depois da sugestão 1, com os menores. Juntamente com as crianças o professor pode estabelecer um instrumento para cada animal, de preferência que seja um instrumento parecido com a "voz" do animal, por exemplo: um sininho para o pintinho ou para o grilo, uma corneta ou flauta para o cabrito etc... Também é bom nesse momento chamar a atenção das crianças para a altura da voz dos animais: o pintinho pia grave ou agudo (fino ou grosso)? A vaca muge grave ou agudo? Isso facilita na hora da relação do timbre do instrumento com o timbre da voz do bicho. Depois, em vez de fazer a voz do animal, a criança vai tocar o instrumento que o representa na hora em que a música pede.
 
Por que é interessante? Ao mesmo tempo encontramos uma brecha para trabalhar a altura (grave e agudo). As crianças podem apurar o ouvido tentando comparar o som do instrumento ao som do animal, já trabalhando a percepção auditiva.
 
Nada impede que os animais sejam outros... Podemos trocar ou acrescentar... cachorro, pássaro, galo, leão, etc, mas assim não dá pra cantar junto com o CD, o professor precisará cantar sozinho ou acompanhado de piano ou vioão.

As fases da musicalização

Informações retiradas do site:  http://www.filomusica.com/filo78/infancia.html

 
4 MESES
 
Imita o canto, mesmo que não atenda à altura ou aos tempos dos sons (Teplov 1969).
Consegue cantarolar sons únicos: como u-u-u-u-u, e-e-e-e, i-i-i-i, o-o-o-o, etc.
Respondem à música com movimentos repetitivos (balanceamentos corporais ou agitação de membros), não correspondendo propriamente à música, pois tratam-se única e simplesmente de ritmos próprios. Estes movimentos não estão ligados à música no essencial, mas sim no facto de eles começarem e acabarem, quando a música começa e quando ela acaba (Moog 1979).
As crianças nesta idade (4 a 6 meses) já conseguem nem que tenuemente distinguir ou detectar as diferenças entre um tom em algumas frases melódicas apresentadas.
6 MESES
 
Fase me que já começam a entender os sons e a produzi-los, se bem que não são ainda capazes de conseguir estabelecer uma relação de altura exacta de uma nota (Teplov (1969).
9 MESES
 
Associa o canto ou a expressão vocal a tudo o que faz.
Aparecem as primeiras expressões rítmico-musicias.
Ainda não é capaz que distinguir mais do que uma terceira menor.
Começa a acompanhar canções associadas aos batimentos corporais (bater pés, mãos, pernas, palmas etc.
1 ANO
 
Consegue imitar sons de animais, transportes, pessoas e outros (Teplov 1969).
Atreve-se normalmente a acompanhar ritmos com o corpo, assim como reage corporalmente à música que lhe aparece (Teplov, 1969; e Gesell, 1940).
Procura uma ligação bem estabelecida (sincronização) entre os sons e o movimento corporal (Francis 1956). Os ritmos mais fáceis de acompanhar são as canções de embalar (Francis 1956).
Pode a criança, nesta fase, cantar um pouco da canção, mesmo sem a perceber (Francis 1956).
Consegue ampliar o tempo, o tom e a intensidade da voz, assim como presta atenção a certos sons, como relógios, campainhas, despertadores etc. (Francis 1956)
2 ANOS
 
Com prazer imita sons de instrumentos e com facilidade vários sons do quotidiano (Francis 1956).
Reage abundantemente com reacções rítmico-corporais, assim como adora o ritmo pois estimula-a a cantar e reconhece algumas melodias (Francis 1956).
Têm desempenhos significativos em termos de execução instrumentos rítmicos (Francis 1956).
3 ANOS

É capaz de criar uma imagem mental dos sons dados por um instrumento, assim como consegue agrupar elementos sonoros idênticos (Zenatti 1969).
É detentora de um elevado desenvolvimento do senso rítmico e do ouvido melódico (Teplov 1969).
Consegue captar e praticá-la, se bem que canta nos graves e grita nos agudos (Souriau 1962).
Mesmo fora de tom consegue cantar por inteiro canções simples, assim como começa a coincidir tons simples, para além de já não se inibe tanto quando canta m grupo e, salta, caminha. Corre e pula em conformidade com a música e o seu ritmo (Gesell 1940).
A sua capacidade torácica ainda não lhe permite cantar grandes frases musicais, sem que tenham que tenha que recorrer à respiração intermédia (Abbadie 1977).
Acompanha espontaneamente uma música, batendo regularmente uma cadência, ou acompanhando com o bater de um lápis na mesa, ou ainda, marchando na sal de aula. Consegue também reproduzir estruturas rítmicas simples com mais de três elementos (Fraisse 1972).
Conseguem ecoar vocalmente o ritmo em palavras, assim como bater palmas representando fielmente o ritmo padrão depois da sua vocalização etc (Rainbow 1981).
43% das crianças demonstram compreender o conceito de escala, enquanto que 36 % demonstram antes compreender melhor o contexto melódico (Scott 1979).
4 ANOS

A criança ainda não tem uma noção consciente da simultaneidade sonora. Assim como, ainda confunde a intensidade com velocidade, mas já consegue distinguir o mais lento do mais rápido e, apenas faz um acompanhamento intuitivo, ou seja, em perceber conscientemente os tempos nem os reproduzir intelectualmente (Piaget 1975).
Adora explorar o universo sonoro e, já consegue cantar canções comuns, assim como identifica melodias simples e de as dramatizar. Começa a ter um maior controlo da sua voz e tem prazer em participar jogos cantados, se bem que simples (Gesell 1940).
Começa a gostar de cantar para os outros, ao mesmo tempo que aumento o seu repertório, assim como já reconhece todos os sons de uma oitava e, muitas das vezes já canta já dentro do tom (Teplov 1969).
Possui capacidades para que possa já praticar o canto coral monódico. A sua voz já alcança mais notas do que até aqui e, simplesmente ama a música. Uma vez que já possui uma sensibilidade musical bem formada, poderá desta feita, reconhecer e imitar canções com alguma facilidade (Abbadie, 1977;  Souriau, 1962).
Se a música for vivenciada e praticada activamente, ou seja, cantada em uníssono, acompanhada por palmas ou com instrumentos rítmicos, as capacidades de reconhecimento da mesma num contexto musical diferente, são bem mais facilitadores a esta tarefa (Pflederer 1964).
5 ANOS

Consegue reconhecer o Dó no meio dos restantes sons musicais, assim como notas executadas no piano (Teplov 1969).
Consegue cantar a duas vozes e já é dona de uma sensibilidade musical própria (Souriau 1962).
Gosta de ter um repertório extenso. Já consegue cantar dentro de tom. Está em condições de sincronizar correctamente movimentos, dançar e executar batimentos corporais em conformidade com a música e o ritmo que lhe são expostos (Gesell 1946).
Com instrumentos rítmicos e melódicos para efectuarem experiências a nível de composição, as crianças de 5 anos de idade conseguiram executar sequências diatónicas e tonalidades cromáticas nos xilofones (compreendendo os conceitos de escala), enquanto que os de 4 anos de idade tocavam sons ao acaso (Miller 1986).
6 ANOS

Consegue coordenar o tempo, para que o possa relacionar nas devidas proporções com outros sons e outras unidades de tempo (Piaget 1975).
É capaz de manter frases longas de algumas canções, sem usar a respiração intermédia - devido à sua capacidade torácica (Abbadie 1977).
É capaz de reproduzir e identificar melodias consideradas como simples (Gesell 1946).
É possuidor de uma capacidade de apreensão de um ritmo de 5 a 6 sons (Fraisse 1962).
É possuidor de um alto nível de percepção rítmica. Descrimina com alguma facilidade os sons em termos temporais. Tem relativa dificuldade em comparar elementos melódicos e harmónicos que se sucedam no tempo (Zenatti 1969).
7 ANOS

Já coordena sons simultâneos e sincronizar durações (Piaget 1975).
Interessa-se pelas aulas de música e gosta de instrumentos de percussão (Gesell 1946).
Já é capaz de cantar temas com frases longas (Abbadie 1977).
É capaz de reconhecer um simples esquema de tonalidade, assim como demonstra já capacidades de percepção claras sobre a obra polifónica - melhor nos graves (Zenatti 1969).
Começa a despertar para uma atitude de imaginação musical importante, gostando de interpretar em termos visuais e dramáticos as obras musicais que vai entendendo (Francès 1956).
Consegue sem dificuldade seguir os batimentos do metrónomo (Fraisse 1962).
8 ANOS

Tem prazer em tocar em duo, assim como fazer criações musicais e principalmente de ter assistência enquanto executa musicalmente algo (Gesell 1946).
É capaz de associar com facilidade durações (Piaget 1975).
Adquire uma noção individual de tempo (Fraisse 1967).
Está capaz de se aperceber melhor dos significados das variações de modo e das variações de tonalidade (Zenatti 1969).
9 ANOS

Adora ter o seu próprio instrumento. Está dedicado à prática musical, onde executa com prazer vários legatos e staccatos, assim como se interessa cada vez mais por compositores e pela música convencional (Gesell 1946).
Com facilidade domina as variações de tempo, assim como explora a música polifónica com mais precisão e tem agora uma maior percepção melódica. Identifica e discrimina imediatamente uma mudança no sistema tonal ou de uma mudança melódica (Zenatti 1969).
10 ANOS

Torna-se muito mais sensível à melodia e à multiplicidade das estruturas da mensagem musical, mas ao mesmo tempo torna-se mais inseguro no seu comportamento musical e é relutante nas respostas, se bem que estas estão agora mais controladas (Fraisse 1967).
Progride a olhos vistos, no que diz respeito à discriminação perceptiva das variações de tonalidade. Assim como melhora a percepção dos graves, agudos e do tema na polifonia (Zenatti1969). Já estabelece uma perfeita distinção entre cadência e meia cadência (Imberty 1989).
12 ANOS

Nesta fase consegue reproduzir estruturas rítmicas de 7 a 8 elementos (Fraisse 1967).



Organigrama
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